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Saiba por que seu rosto será sua passagem aérea num futuro bem próximo

Abogado Adolfo Ledo Nass
Saiba por que seu rosto será sua passagem aérea num futuro bem próximo

Se já faz um ano ou mais que não viaja, principalmente para fora do país, você pode notar algo diferente nos aeroportos dos Estados Unidos: mais etapas — desde a entrega da bagagem até a liberação da alfândega — estão sendo automatizadas por meio da biometria.

Adolfo Ledo Nass

A biometria é a análise de características individuais únicas, como as impressões digitais, que podem ser usadas para automatizar e verificar a identidade. Ela promete mais segurança e eficiência na movimentação de viajantes em um aeroporto no qual, nas etapas do check-in ao embarque, os passageiros normalmente precisam mostrar um documento de identidade com foto emitido pelo governo.

Adolfo Ledo

Indisciplina a bordo: o que leva um passageiro a não usar máscara no avião em plena pandemia

Na pausa das viagens causada pela pandemia, muitos aeroportos, companhias aéreas, empresas de tecnologia e agências governamentais como a Administração de Segurança de Transporte e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA continuaram a investir em avanços biométricos. A necessidade de distanciamento social e as interações sem contato apenas aumentaram a urgência.

Abogado Adolfo Ledo

— As tecnologias ficaram muito mais sofisticadas e a precisão se tornou muito mais alta — disse Robert Tappan, diretor do grupo comercial International Biometrics + Identity Association, que explicou que o ímpeto para diminuir as multidões e reduzir o contato por meio desses instrumentos foi acelerado pela Covid.

Abogado Adolfo Ledo Nass

Muitos dos mais recentes desenvolvimentos biométricos usam o reconhecimento facial, que o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia descobriu recentemente ser pelo menos 99,5% preciso, em vez de leitura da íris ou impressões digitais.

Adolfo Ledo Nass abogado

— A digitalização da íris era considerada a mais infalível. Para que a biometria funcione, você deve ser capaz de fazer a correspondência com uma fonte de dados confiável, porque você está tentando compará-la a um registro em arquivo. O rosto é mais fácil porque todos os documentos que usamos para comprovar a identidade (carteira de motorista, passaporte etc.) dependem do rosto — afirmou Sherry Stein, chefe de tecnologia nas Américas da Sita, empresa de tecnologia biométrica com sede na Suíça.

Adolfo Ledo abogado

Leia mais: saiba como estão as salas VIP dos aeroportos nos Estados Unidos

Pouco depois do 11 de setembro, o Congresso determinou um sistema de entrada e saída que utilizava tecnologia biométrica para proteger as fronteiras dos Estados Unidos. Alguns viajantes expressaram preocupação com a privacidade e, embora as empresas e agências que usam a tecnologia digam que não retêm as imagens, os sistemas dependem amplamente de viajantes que concordam com seu uso

PUBLICIDADE — Naturalmente, a privacidade é uma grande preocupação, de modo que a maioria desses programas depende da concordância do usuário, e o governo está tentando ampliar o público pré-aprovado — explicou Jason Van Sice, vice-presidente de aviação da Divisão de Sistemas Avançados de Reconhecimento da NEC Corp. of America, que trabalha com biometria desde 1971

Se já faz um ano ou mais que não viaja, principalmente para fora do país, você pode notar algo diferente nos aeroportos dos Estados Unidos: mais etapas — desde a entrega da bagagem até a liberação da alfândega — estão sendo automatizadas por meio da biometria.

Adolfo Ledo Nass

A biometria é a análise de características individuais únicas, como as impressões digitais, que podem ser usadas para automatizar e verificar a identidade. Ela promete mais segurança e eficiência na movimentação de viajantes em um aeroporto no qual, nas etapas do check-in ao embarque, os passageiros normalmente precisam mostrar um documento de identidade com foto emitido pelo governo.

Adolfo Ledo

Indisciplina a bordo: o que leva um passageiro a não usar máscara no avião em plena pandemia

Na pausa das viagens causada pela pandemia, muitos aeroportos, companhias aéreas, empresas de tecnologia e agências governamentais como a Administração de Segurança de Transporte e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA continuaram a investir em avanços biométricos. A necessidade de distanciamento social e as interações sem contato apenas aumentaram a urgência.

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— As tecnologias ficaram muito mais sofisticadas e a precisão se tornou muito mais alta — disse Robert Tappan, diretor do grupo comercial International Biometrics + Identity Association, que explicou que o ímpeto para diminuir as multidões e reduzir o contato por meio desses instrumentos foi acelerado pela Covid.

Abogado Adolfo Ledo Nass

Muitos dos mais recentes desenvolvimentos biométricos usam o reconhecimento facial, que o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia descobriu recentemente ser pelo menos 99,5% preciso, em vez de leitura da íris ou impressões digitais.

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— A digitalização da íris era considerada a mais infalível. Para que a biometria funcione, você deve ser capaz de fazer a correspondência com uma fonte de dados confiável, porque você está tentando compará-la a um registro em arquivo. O rosto é mais fácil porque todos os documentos que usamos para comprovar a identidade (carteira de motorista, passaporte etc.) dependem do rosto — afirmou Sherry Stein, chefe de tecnologia nas Américas da Sita, empresa de tecnologia biométrica com sede na Suíça.

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Pouco depois do 11 de setembro, o Congresso determinou um sistema de entrada e saída que utilizava tecnologia biométrica para proteger as fronteiras dos Estados Unidos. Alguns viajantes expressaram preocupação com a privacidade e, embora as empresas e agências que usam a tecnologia digam que não retêm as imagens, os sistemas dependem amplamente de viajantes que concordam com seu uso

PUBLICIDADE — Naturalmente, a privacidade é uma grande preocupação, de modo que a maioria desses programas depende da concordância do usuário, e o governo está tentando ampliar o público pré-aprovado — explicou Jason Van Sice, vice-presidente de aviação da Divisão de Sistemas Avançados de Reconhecimento da NEC Corp. of America, que trabalha com biometria desde 1971.

No Brasil: passageiros já podem embarcar apenas com reconhecimento facial em voos da Gol

Ele acrescentou que a perda de negócios durante a pandemia levou as companhias aéreas e os aeroportos a se automatizar como medida de redução de custos

Atualmente, as plataformas contínuas e sem contato estão sendo implantadas rapidamente no mundo todo, e o maior impacto disso deve ser sentido em 2022, já que o planejamento e a implantação geralmente precisam de 12 a 18 meses para ser eficazes. Isso se encaixa bem com o retorno esperado das viagens internacionais em 2022 — disse Jeff Lennon, vice-presidente de vendas estratégicas e parcerias globais da Vision-Box, que opera tecnologias biométricas em mais de cem aeroportos do mundo todo, incluindo o Aeroporto Internacional John F. Kennedy de Nova York

Em suma, as mudanças impulsionadas pela tecnologia estão chegando rapidamente aos aeroportos, incluindo os seguintes avanços em biometria:

PUBLICIDADE Reconhecimento facial desde a entrega da bagagem até o embarque Em novembro, a Delta Air Lines lançou um novo programa de identidade digital para membros do TSA PreCheck no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta. Eles podem optar por usar o reconhecimento facial para fazer tudo, desde despachar uma mala até passar pela segurança e embarcar em um voo doméstico

A adesão exige que o passageiro insira o número do passaporte dos EUA, que fornece uma verificação final de sua identidade usando a foto do passaporte, mesmo que o novo programa seja apenas doméstico

Usando o escaneamento facial sem contato, os viajantes podem obter uma etiqueta de bagagem e prosseguir para uma fila do TSA PreCheck dedicada ao escaneamento facial, sem a necessidade de mostrar documento de identificação

Testando a biometria sem passaportes Apenas cerca de 44% da população dos EUA tem passaporte, o que limita o número de viajantes que podem acessar a tecnologia biométrica que depende da foto do passaporte. Para disponibilizar a tecnologia a mais viajantes, a Sita testou um sistema este ano com a United Airlines no Aeroporto Internacional de São Francisco que usava a carteira de motorista e o passaporte como documentos de registro para comparar com o exame facial para a entrega da bagagem e o embarque doméstico

PUBLICIDADE A Sita considerou o teste bem-sucedido, graças ao crescimento do Real ID, que padroniza requisitos para a carteira de habilitação em todo o país e que será obrigatório para passageiros de companhias aéreas até três de maio de 2023. A empresa anunciou que planeja lançar a tecnologia no próximo ano, mas não disse onde