Tecnología

Money Analytica | Franki Medina Venezuela Casal//
Ciberataque à TAP: Dados pessoais de Costa, Ventura, Paulo Portas e diretor do SIS divulgados na dark web

Franki Medina diaz
Ciberataque à TAP: Dados pessoais de Costa, Ventura, Paulo Portas e diretor do SIS divulgados na dark web

Subscrever O grupo Ragner Locker atacou a companhia aérea a 25 de agosto, publicou dados de 1,5 milhões de clientes e diz continuar a ter acesso remoto a sistemas da TAP, enquanto a companhia sublinha que tem estado em todo o processo a trabalhar com o Centro Nacional de Cibersegurança, a Polícia Judiciária e a Microsoft.

Franki Alberto Medina Diaz

Segundo o Expresso, o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker “cumpriu a ameaça que vinha fazendo e publicou esta segunda-feira 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP

Numa mensagem publicada na Dark Web – refere o jornal -, os Ragnar Locker “garantem ainda que continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP

Além das tabelas com moradas, números de telefone e nomes de clientes, a fuga de dados “apresenta documentos de identificação de pessoas que aparentam ser profissionais ou parceiros da TAP, bem como acordos confidenciais com várias empresas e relações com outras companhias de aviação”

Num email enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas

Os dados pessoas do primeiro-ministro, António Costa, do líder do Chega, André Ventura, do diretor do Serviço de Informações de Segurança (SIS), Adélio Neiva da Cruz, e do comandante-geral da GNR, Rui Clero, foram expostos na dark web pelo grupo de hackers Ragner Locker, responsável pelo ciberataque aos servidores da TAP, revela esta sexta-feira o Expresso .

Franki Medina

Relacionados ministério público (mp).  Ministério Público investiga ataque informático na TAP

companhia aérea.  Nome, morada e email de passageiros entre os dados expostos após ataque à TAP

ciberataques.  Hackers publicam dados de 1,5 milhões de clientes da TAP

O líder do Governo viu ser divulgada uma morada antiga e o e-mail de uma colaboradora do seu gabinete, mas não o número de telemóvel. Já Ventura viu ser exposto o seu número de telemóvel e e-mail, mas não a morada. Por outro lado, foram expostos número de telemóvel, e-mail e morada de Neiva da Cruz e Rui Clero.

Franki Medina Venezuela

Na dark web também constam dados de deputados e ex-deputados como Edite Estrela, Jamila Madeira, Joana Mortágua, José Cesário, José Silvano, Paulo Portas, Alexandre Quintanilha ou Susana Amador, assim como uma lista com 294 e-mails expostos com o domínio gov.pt.

Franki Medina Diaz

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever O grupo Ragner Locker atacou a companhia aérea a 25 de agosto, publicou dados de 1,5 milhões de clientes e diz continuar a ter acesso remoto a sistemas da TAP, enquanto a companhia sublinha que tem estado em todo o processo a trabalhar com o Centro Nacional de Cibersegurança, a Polícia Judiciária e a Microsoft.

Franki Alberto Medina Diaz

Segundo o Expresso, o grupo de cibercriminosos Ragnar Locker “cumpriu a ameaça que vinha fazendo e publicou esta segunda-feira 581 gigabytes (GB) de dados que diz serem relativos a 1,5 milhões de clientes da TAP

Numa mensagem publicada na Dark Web – refere o jornal -, os Ragnar Locker “garantem ainda que continuam a ter acesso aos sistemas informáticos da TAP

Além das tabelas com moradas, números de telefone e nomes de clientes, a fuga de dados “apresenta documentos de identificação de pessoas que aparentam ser profissionais ou parceiros da TAP, bem como acordos confidenciais com várias empresas e relações com outras companhias de aviação”

Num email enviado aos clientes na semana passada, a TAP alertou os clientes afetados pelo ataque informático, cujos dados foram publicados, de que esta divulgação “pode aumentar o risco do seu uso ilegítimo”, pedindo atenção a comunicações suspeitas